...ir ao Bicho de 7 cabeças apreciar e comentar o último post de autoria do Biqsi!
Todos ao Bicho.
Em continuação fica mais uma das contribuições desta sociedade que tanto fala, nada diz e pouco ensina.
Desta feita dedicada ao Only In Theaters... Or Not!, Blog de especialidade e divulgação cinematográfica, de consulta obrigatória. Ainda mais em período pré-Óscares.
Cá vai...
1 -Um homem bebeu um Tang laranja e atirou-se de cima da Torre Eiffel.
P: Qual é o filme?
R: O último Tang em Paris.
2 - Um casal foi ao cinema com uma caixa de preservativos.
P: Qual é o filme?
R: Evita
3 - Um grupo de dez indivíduos de raça negra está a ver um filme no cinema enquanto mastigam pastilha elástica, com sabor a menta. De repente, levantam-se todos e ao mesmo tempo atiram a pastilha contra o ecrã.
P. Qual é o filme?
R: Os dez manda menta.
4 - Um indivíduo está sozinho no meio de um campo de milho, armado até aos dentes.
P: Qual é o filme?
R: Cereal Killer.
5 - Um indivíduo de raça negra entra num bar e pede um copo de vinho tinto. Bebe-o todo de uma vez e cai morto no chao.
P: Qual é o filme?
R: Os tinto fatal.
6 - Estava a São a ouvir música nas alturas com o seu radiozinho portátil, às 4h da manha. O marido pede-lhe para ela baixar o volume, mas ela nada! Então, o marido levanta-se e enfia-lhe o rádio pelo cú acima.
P: Qual é o filme?
R: Música no Cú da São
7 - Um indivíduo entra num bar, pede uma cerveja. Bebe a cerveja, esconde o copo no bolso e vai-se embora.
P: Qual é o filme?
R: Roub'o Copo.
8 - Uma senhora brasileira tinha um gato chamado Tido! O Tido dormia todas as noites num cesto que a dona lhe tinha comprado. Um dia de manhã a senhora foi dar o pequeno-almoço ao gato mas ele não tava no cesto!
P: Qual é o filme?
R: O cesto sem Tido.
9 - Um homem e uma mulher, ambos sem os dois braços, decidiram casar. Algum tempo depois, tiveram um filho.
P: Qual é o filme?
R: Ninguém segura este bébé.
10 - O filho e o pai despediram-se rapidamente.
P: Qual é o filme?
R: Tchau pai, tchau filho.
11 - Era uma vez uma pequena menina chamada Marina que, para fugir da rotina foi para quinta do seus pais, resolveu pegar no seu lindo pónei e ir passear para os campos silvestres. De repente, apareceu uma terrível manada de milhares de éguas em corrida e atropelou a menina.
P: Qual é o filme?
R: Vinte mil éguas sobre Marina.
12 - Uma mulher estava em casa a ver televisão! De repente deu-lhe um ataque de histerismo e atirou-se da janela, caiu de cú e morreu!
P: Qual é o filme?
R: A cusada de morte.
13 - O sujeito vai ao supermercado e sai com uma alface escondida no saco.
P: Qual é o filme?
R: Alface oculta.
14 - Um sapato de ténis afunda no meio do mar.
P: Qual é o filme?
R: Titanike.
15 - Um homem tinha como profissão cuidar de ursos num circo. Certo dia o circo faliu e o homem ficou desempregado.
P: Qual é o filme?
R: O Ex-ursista!
Dá-se a conhecer mais uma faceta do grande poeta, crítico de música e (agora) tradutor, o Furacão Sadino.
Sem mais preambulos deixo apenas o seu mais recente trabalho, numa prespectiva de enquadramento de todos os nossos vizinhos europeus e mundiais, que se aprocheguem a Portugal e que possam vir a sentir necessidade de um guia de referências de rápida consulta.
Traduções para a estrangeirada que aí vem para o Euro 2004:
Sete Rios: Seven Rivers
Largo do Rato: Mouse Square
Pontinha: Little Point
Ajuda: Help!
Olivais: Olive Fields
Marvila: Sea Village
Campo Grande: Big Field
Campo Pequeno: Small Field
Entrecampos: Between Fields
Buraca: Big Hole
Arco do Cego: Blind Arch
Linda-a-Velha: Beautifull The Old Lady
Miraflores: Look The Flowers
Queluz: What a Light!
Mata de Monsanto: Blowjob at 10EUR
Cais do Sodré: bitches and green wine
Ilha da Madeira: Alberto João Condominium
Porto Santo: Holy Port
Açores: Little birds
São Miguel: Saint Michael
São Jorge: Saint George
Terceira: Third One
Pico: Queer
Faro: tás marafado mó
Algarve: United Kingdom land
Porto: Little Chicken of the Coast
Berlengas: vomidrinho
Casal Ventoso: Windy Couple
Amoreiras: Taveira's Movie
Benfica: Stay Well
Fica ainda a nota de, caso os comentários ao post revelem elevado grau de aprovação e satisfação, o artista prometer levar a cabo a publicação do mesmo em folhetins, que serão distribuídos à porta do Metro, em todas as estações da Rodoviária e, como não poderia deixar de ser, em todos os vôos que tenham como destino os aeroportos Portugueses (onde se incluem todos os vôos ilegais de tráfico de droga para aerodromos e campos da bola).
Recebido por email - Autor desconhecido
(...)"Em conversa com o irmão mais novo de um amigo, cheguei a uma triste conclusão.
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
Quem?" , perguntou ele.Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus...
Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: "Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece
outros ícones da juventude de outrora. O D' Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super-Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...; E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a
morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos. Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no supermercado. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e a fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa a fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum
infanticus", que não existiam antigamente. No meu tempo, se um gajo dava um malho (muitas vezes chamado de "terno") nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse. Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"... Nós éramos mais a geração "à rasca" , isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca a ver se a namorada estava grávida, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de prenda de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o tóto de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada. Hoje, se um puto é normal, ou seja, não tem óculos, nem aparelho nos dentes, as miúdas andam atrás dele, anda de bicicleta e fica na rua até às dez da noite, os outros são proibidos de se dar com ele."(...)
Acabei de saber que Miklos Fehér morreu.
Após 3 paragens cardíacas e igual número de tentativas de reanimação, acabou por não resistir.
Diz-se que, antigamente, um guerreiro tinha como maior honra o morrer em plena batalha. Miklos acabou por não morrer em pleno relvado, mas pouco faltou para isso. Diria mais, será que não foi ali, em pleno relvado, que se decretou desde logo a sua morte?
Um médico da UEFA referia-se, há pouco, às normas da UEFA no que toca aos meios médicos obrigatórios nos estádios, "2 centros médicos completamente equipados por cada 30 mil lugares sentados e um médico com a especialização em emergência médica".
Vários médicos de renome se têm pronunciado nos últimos minutos e todos eles apontam, de imediato, a inexistência de um equipamento desfibrilador cardíaco como uma gravíssima falha de segurança médica num recinto onde se disputam competições oficiais de futebol e um dos palcos do próximo campeonato europeu de futebol.
Parece-me que acabámos de assistir (desta vez em directo e a cores) a mais uma das irresponsabilidades tão típicas e usuais em Portugal.
O nosso tão conhecido espírito de desenrasque, que numa sociedade moderna e desenvolvida é apreciado pela sua criatividade em situações nada expectáveis e de excepcional pressão e reduzido tempo de resposta, é neste país a que chamamos nosso a principal ferramenta a que se recorre em todas e quaisquer situações, substituindo, de forma tão cómoda, todo o trabalho de preparação, de planeamento e acompanhamento, a que se deveriam dedicar os esforços e atenção necessários.
Pois bem, hoje morreu um jogador de 24 anos, de carácter recto e conduta exemplar, com uma paragem cardíaca, no estádio onde se encontrava a defender as cores do clube onde militava.
Será que o destino com que este exemplar jogador foi brindado poderia ter sido evitado?
Será que basta dizer-se que foi feito tudo o que era possível, com os meios de que se dispunha?
Será que Miklos Fehér estaria neste momento vivo e a recuperar caso o estádio estivesse equipado com os equipamentos recomendados?
Será que hoje nos deitamos e dormimos descansados, com a consciência de que talvez se pudesse ter evitado uma morte desnecessária?
Será que a morte deste atleta pode servir de exemplo e alerta, à sociedade nacional e internacional, da (in)capacidade de Portugal em organizar, na verdadeira ascensão da palavra, um evento desportivo que irá movimentar centenas de milhar de adeptos em território português?
Será que não basta já de utilizar desculpas como "com a EXPO98 correu tudo bem por isso não há razão para que agora não corra tudo de igual forma"?
A Sociedade Portuguesa continua a viver numa lacuna estrutural abismal, num mundo onde a visão de longo prazo se resume a alguns meses, senão dias, e onde planeamento se reduz a uma palavra para usar em discursos e reuniões.
Urge alterar esta mentalidade.
Urge ponderar todas as hipóteses e riscos em tempo útil e criar o hábito saudável do crescimento sustentado e não do oportunismo cínico!
Urge... urge...
...urge abandonar a canção da desgraçadinha, sim porque o Fado é bom para as noites de boémia e de saudade, mas nunca para cartilha de vida!
É, assim, tão fácil de satisfazer a ambição e auto-estima dos portugueses?
Com tanto potencial encefálico que exportamos anualmente para as Universidades estrangeiras, eu diria que não!
Mas... para quando a restruturação desta sociedade decadente, que vive de favoritismos e de palmadas nas costas e se inclina perante o culto do facilitismo?
É cada vez mais difícil de ignorar o mal estar dos jovens de potencial deste país face ao comodismo balofo dos poderes instituídos, mas não se vislumbra qualquer abertura à mudança tão necessária.
Isto já vai longo, por isso fico-me por aqui.
Gostava apenas que não fossem vãs as palavras que exprimem as ideias de quem tem vontade de trabalhar a sério e construír um Portugal melhor.
A ti Fehér dedico-te uma grande salva de palmas, pelo teu profissionalismo e forma de estar na vida.
...até vou postar duas vezes!
(o que, pelo que se tem visto ultimamente, já é um feito)
O post destina-se a trazer à luz da ribalta um nosso poeta ainda pouco conhecido, mas há muito apreciado por quem o acompanha.
Em tempos chamado de C. de Setúbal, hoje assina por Furacão Sadino.
Diria que se trata de uma leve lufada de ar fresco na densa penumbra em que o meio artístico português se transformou...
Não tendo recebido a tempo uma obra publicável neste Blog (que é um Blog sério), apresento uma, outra, sua faceta, a de crítico musical:
Um Resto De Tudo (João Pedro Pais interpretado e comentado por Furacão Sadino)
Desce pela avenida a lua nua
(Estou a descer uma avenida à noite)
Divagando à sorte, dormita nas ruas
(Estou desorientado e com sono. Ao usar ruas em vez de "avenidas" já consigo quase rimar com lua nua)
Faz-se de esquecida, a minha e tua
(Não sei o que acabei de escrever mas pelo menos "tua" também rima com lua nua)
Deixando um rasto, que nos apazigua
(Lua, nua, ruas, tua, apazigua. Boa. Vem aí o refrão!)
Refrão:
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
(Uma contradição fica sempre bem)
Como um barco perdido à deriva no mar
(Grandiosa comparação: "Um ser que odeias mas gostas de amar como um barco perdido à deriva no mar". As outras hipóteses eram "como um pássaro ferido a tentar voar" e "como um bife vendido, num talho do Lumiar")
A vida que levas de novo outra vez
("De novo outra vez", espero que seja suficiente para passar a ideia de repetição)
O mundo que gira sempre a teus pés
(A Terra gira sobre si própria. É um facto. Já Copérnico o afirmava, mas nunca foi Disco de Platina)
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
(Tu e mais 120 mil que compraram a merda do cd)
A sombra esquecida que te viu partir
(Pá, fica mesmo giro isto de meter sempre um adjectivo estranho à frente dos nomes: palavra amiga, sombra esquecida, noite vadia...)
A noite vadia que queres conhecer
(Abordagem a problemas sociais como a vadiagem e a prostituição)
Sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
(Mais uma contradição, estou imparável!)
A voz da tua alma que te faz levitar
(Um certo exotismo oriental)
O átrio da escada para tu te sentares
(Não rima muito bem com levitar,damn it! )
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
(Não entendo pá, será que ela não gosta dos meus poemas?)
A tua verdade, mostrando quem és
(O que é a Verdade? Quem somos? Para onde vamos?)
Entra pela vitrina surrealista
(Eu optava pela porta, mas isso sou eu)
Faz malabarismo a ilusionista
(Ou "faz contorcionismo a trapezista")
Ilumina o céu que nos devora
(Estou completamente pedrado)
Já se sente o frio, está na hora de irmos embora
(Devora, hora, embora...)
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
Como um barco perdido à deriva no mar...
(gostava mais do bife no talho do Lumiar, mas o que fazer...)
Deixo, aqui, o repto à leitura duma estória baseada em factos reais...
A MULHER DE VERMELHO - PARTE III
....tendo eu desempenhado o papel de Sujeito A, gostaria apenas de fazer algumas considerações:
- Em tudo existe um ponto óptimo, a partir do qual não se deve, por ética, avançar. Isto para dizer que a brincadeira relatada não devia de ter ido tão longe. A Amizade é uma das coisas com que não se deve brincar. Já são bastantes os momentos chave e as situações impostas pela vida em que a Amizade é posta à prova, ou melhor, chamada a intervir, pelo que "não havia necessidade"...
- Por outro lado, se não se puder brincar com os nossos amigos, com quem o poderemos fazer?
- Galhofa à parte, acabei por assistir, de forma inesperada, a uma das maiores manifestações de Amizade para comigo de que tenho conhecimento, um verdadeiro Um por todos e todos por um, ao dar um passo em frente em defesa de um amigo.
- Engraçado como, no final de tudo isto, acabei por ficar com a nítida sensação de estar em dívida para com este meu amigo!
Um efusivo Bem Haja ao Comandante.
Alguns comentários atrás ficou a promessa de adicionar o link de uma ribatejana anti-tar-horas-aí-a-olhar-e-ficar-horas-aí-a-olhar-e-acordar-e-ligar-o-pc-e-a-primeira-coisa-que-fazer-é-ligar-o-computador-e-ver-se-já-tem-comentários-novos-porque-eu-não-faço-isso-e-ainda-não-vi-o-teu-comentário (ela já tá com os copos)...
Pois bem, o prometido é devido.
Vejam e sirvam-se: Self Service
O post de hoje é apenas para me revoltar.
AAAAAIIII PORTUGAL!!!!!
Que país este! Por vezes só me dá vontade de fazer a trouxa e ir passar uns anitos a um país civilizado, a ganhar o dobro, a trabalhar menos horas diárias, com melhores condições e, acima de tudo, onde haja respeito pelas pessoas e pelas profissões e actividades que desempenham, em vez do engraxa-doutores que em Portugal mais parece desporto nacional.
Outro dia entrei num stand de automóveis vestido de calças de ganga e ténis e só não me ignoram por acaso, juro que o objectivo principal do vendedor passou a ser despachar-me para poder atender um cliente a sério. No entanto, entrei nesse mesmo stand alguns dias depois e, por acaso, vestia fato e gravata e passei a ser o cliente número 1, com direito a café e tudo (é claro que ele nem se lembrava de mim).
Nos bancos, quando chegamos à profissão deixo de ser o "Menino, vá lá rápido!" e passo a ser o "Sr.Eng. se faz favor".
Ou então:
"P:Habilitações?
R:Licenciatura.
P:O sr.Dr. blá, blá, blá!
R:EU NÃO SOU DOUTOR!!! Deixe-se de fitas e trate-me pelo meu nome."
São apenas exemplos, entre tantos, da falta de respeito que as pessoas dispensam umas às outras. O que interessa é um título, mesmo que se seja uma boa besta! E uma pessoa que não o tenha será sempre um ser inferior, mesmo que se trate exactamente do contrário...
Portugal e Portugueses, por favor CRESÇAM!!!
E aprendam a ser civilizados.
É engraçado como a blogosfera se comporta de forma idêntica à de qualquer outro ecosistema!
Ainda no anterior post se anunciava o luto pela morte anunciada de um blog, já agora se saudam 3 recentes blogs, acabados de criar, que adiciono aos meus blogs do peito.
Grandes feitos se esperam destes blogs, ou pelo menos grandes discórdias, polémicas, histórias, informações comentários, balelas,etc, etc, etc...
A habitual ronda bloguística extende-se de ora em diante a mais 3 sítios:
O Fio do Tempo
Only In Theaters... Or Not!
Sector Sagres
PS: Aos Bloggers em questão:
Agora é só libertar a veia criadora e postar, postar e postar!
A notícia chegou até mim como tantos outros posts por ele publicados. Da forma natural como eu procurava as letras por ele tecladas, procurando acompanhar este Alentejano, o mais Crazy deste mundo!
Já tinha reparado nas pequenas alterações comportamentais deste meu amigo, mas foi com verdadeira surpresa e posso mesmo dizer alguma tristeza, que li o seu abandono por este projecto (ele que ainda virá a realizar tantos - mais 1 Arquitecto).
No entanto e como ele postou, pode ser que necessite apenas de um período de descanso, de alívio de espírito e de renovação de ideias e que volte depois renovado de forças e sede de escrita...
O Alentejo Continua em Perigo, ou talvez não.
Só o tempo o dirá!
(fiquei lamechas... mas também foi a 1ª vez que assisti ao funeral de um blog)
As minhas férias terminaram. (o acompanhamento musical faz-se à custa de uma marcha fúnebre!)
No entanto, o regresso ao mundo do trabalho não custou tanto quanto isso.
Para tal ajudaram de certeza as duas semanas de férias em plena cidade Bejense, a mudança de ano e o regresso à namorada.
Pois é, life is back, com novos (ou renovados) sonhos, planos, intenções e objectivos.
Para já, começa-se com uma recuperação muscular e depois...
...bem, depois vão acompanhando que eu vou contando, OK?
Observação em aberto: Pagaias em terra não movem canoas!
A vida não para de correr!
Não há volta a dar-lhe...
Uma vez Alentejano, para sempre Alentejano, por isso há que manter firmes os laços às origens e às vozes que trazem a Planície nos seus ecos.
Costuma-se dizer que “Rei morto, Rei posto”, numa alusão à facilidade com que as mudanças inevitáveis podem ser encaradas, sem espaço ao luto e às lamúrias.
Quem me dera que se pudesse, muito sinceramente, aplicar tal dizer à mudança de numeração que acabou de chegar, com algazarra quanto baste a anunciar a sua aproximação!
2003 terminou, graças a Deus (digo eu, talvez acompanhado por mais alguém...).
2004 está a começar e com ele a repetição inesgotável dos mesmos hábitos, dos mesmos horários, dos mesmos meses, dias, estações, costumes, ideais, sonhos e esperanças.
Tudo muda, e tudo fica na mesma!
Jamais se voltará ao passado, ao 2003, no entanto ele estará presente em todos nós, como todos os anos que já passaram e que se mantêm tão reais e presentes. 2003 um pouco mais, talvez, devido a todas as boas recordações que nos deixa.
No entanto, parece-me sentir algo a brotar... algo novo, mas que já senti antes... algo que me diz que nem tudo está perdido... algo que parece trazer novo fôlego... algo que me começa a incentivar a avançar, a acreditar, a aplicar as forças, a fazer acontecer...
...A economia vai melhorar, o país vai melhorar, a qualidade de vida vai melhorar, os ordenados vão subir, o amor vai pairar, a paz vai singrar e o mundo vai ser melhor e mais feliz!
(Não sei se acredito muito em tudo isto mas, segundo os experts, os pensamentos positivos atraem acontecimentos positivos, logo...)
À parte de previsões, tarots, búzios e mezinhas, desejo a todos um
ESPECTACULAR ANO DE 2004